TUDO CONCORRE SEM SABER PARA UM PONTO EXACTO (2012)

Tudo concorre sem saber para um ponto exacto
central e próprio
tão próprio quanto a multiplicidade infinita do ser
na sujeição e certeza de si
e poder vir a saber dispor compor e enredar
o tecido
tecer e entretecer a contra corrente
ao corrente de tudo